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CMYK, RGB e Pantone – você conhece as diferenças?

Se você é novo ou velho no mundo do design e impressos gráficos, com certeza já ouviu falar de cada um desses termos. Mas o que são, o que significam, onde cada um é aplicado com melhores resultados e mais, nós vamos te contar por aqui! ; D

O que são? Bom, os três são sistemas de cores – algo simples, né? Mais ou menos. Um sistema de cores compreende todo um leque de, bem, cores – mas as formas como cada um funciona é diferente do outro, e cada qual tem sua aplicação correta. Então vamos direto às diferenças entre cada um!

RGB
Começando pelo
RGB – sigla para Red, Green and Blue (Vermelho, Verde e Azul). O sistema RGB é bem comum nas telas de todos os tipos, de televisores antigos, até smartphones. As cores são sempre uma combinação entre um valor de aplicação de cada uma delas no tom em questão, funcionando em uma escala de 0 a 255. Essa possibilidade de espectro de cores é maior do que o do sistema CMYK, mas menor do que a vista na escala Pantone. O esquema RGB é o padrão para aplicações em peças digitais, como vai ver nos editores e programas gráficos em geral. Mas atenção: se você estiver fazendo um projeto para impressão, o sistema correto a ser usado é o CMYK!

CMYK
Então vamos direto para o
CMYK – sigla para Cyan, Magenta, Yellow and Black (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). Esse outro sistema de espectro de cores é o padrão nas gráficas, impressoras, e tudo o mais que possa imprimir a sua arte e trazê-la para o mundo físico. Funciona da mesma forma, com combinações entre suas cores, embora para se conseguir alguns resultados, a escala Pantone pode entrar em cena para dar uma forcinha.

PANTONE
Pois bem! A Escala
Pantone, famosa não só no meio da comunicação visual ou da indústria gráfica, mas em literalmente todo tipo de área, como a da moda, por exemplo, ela se aplica a muitas outras finalidades, e por isso, é a mais completa e abrangente dentre os três esquemas de cores. Esse sistema de cores foi criado pela empresa Pantone LLC, em Nova Jérsei, EUA, e é oficialmente chamado de Pantone Matching System, PMC, ou Sistema de Combinações Pantone. Dentre todos os métodos citados, é o que produz as cores mais vivas e fiéis, e possui cada um de seus tons catálogo com um determinado número para identificação. Por ser um esquema extremamente completo e eficiente de cores, sua precisão dita tendências visuais por todo o mercado.

Legal, né? Agora que você aprendeu um pouco sobre todas, lembre-se de que o sistema em que você irá fechar seu arquivo para impressão precisa estar em CMYK, ou o resultado impresso será diferente do idealizado no seu monitor (que exibe cores em espectro RGB). E é por esse detalhe que nós e todas as outras gráficas não garantimos fidelidade do cor em hipótese alguma (afinal, se um arquivo vier em espectro de cores não suportado para impressão, ele vai, de fato, sair diferente).

Texto por André Schelgshorn


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Dia das Empresas Gráficas

Hoje, nós da indústria gráfica comemoramos não apenas o nosso dia, mas séculos de evolução tecnológica e muito esforço até termos a praticidade em impressão que temos atualmente. Por muito tempo, os registros humanos ficavam documentados em materiais escritos ou entalhados à mão, processos que impediam que uma obra textual pudesse ser veiculada em massa.

Foi durante o final do século II d.C., que os chineses desenvolveram um método ainda arcaico, mas mais eficiente de criar seus impressos – já que já tinham os papéis e as tintas. Eram feitas placas de mármore (400 anos depois, substituído pela madeira), onde se aplicava a tinta, e em seguida, se pressionava a placa contra o papel. Familiar, não? Pense nessa placa como um carimbo gigante. 

Já no século XI, um alquimista chinês, Pi Cheng, criou o que seriam os primeiros tipos móveis: letras que poderiam ser rearranjadas para formarem diferentes textos. Infelizmente, seu projeto acabou passando despercebido e não se popularizou.

No século VIII, o método se tornou uma forma de barganha entre chineses e árabes, mais como um serviço prestado do que a venda do método em si. 

Enquanto isso, no mundo ocidental, os impressos foram ganhar vida apenas em meados do século XV, com os experimentos do alemão Johannes Gutemberg, ao testar caracteres, letras, em alto relevo ao invés de esculpidas para “imprimir” em papel. O experimento deu origem à sua primeira impressão, feita de 1450 a 1455: uma bíblia, inteiramente impressa. Seu sucesso se deu pelo aprimoramento do método, criando não apenas os tipos, separados e propostos de trás para frente (para que saíssem na perspectiva correta no papel), mas uma máquina que trouxesse uma forma de mais rapidamente rearranjar os tipos, e rapidamente prensá-los contra o papel. Começou, assim, a era da impressão tipográfica, que tornou livros e outros materiais contendo conhecimentos mais acessíveis, embora que ainda restritos aos mais abonados da sociedade.

Esse método foi utilizado até o século XIX, quando as impressões agora iam além de livros, mas chegavam também aos jornais, impressos mais simples que transmitiam notícias atuais para a população.

De lá pra cá, a tecnologia evoluiu drasticamente, até o ponto em que estamos agora – a impressão gráfica é ultra-veloz, precisa, eficiente e estamos entrando até em uma nova era: a das impressões 3D. 

Onde vamos chegar, apenas o futuro dirá – mas se o curso da história nos ensinou algo, é que há sempre espaço para inovação, seja no setor gráfico, ou em qualquer outro.

É com essa pincelada na história de nossa profissão que gostaríamos de homenagear a todos que trabalham na indústria gráfica: vocês movem a informação, de página em página, ao redor do mundo!

Parabéns pelo nosso dia! <3

 

Texto por André Schelgshorn


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5 dicas para fazer um folheto de sucesso

Os folhetos estão entre as melhores ferramentas de comunicação de uma marca com o seu consumidor. Porém, ao contrário do que muitos pensam, fazer um folheto não envolve apenas criar um material e enviá-lo para a gráfica online. Para que ele realmente seja efetivo, é necessário planejá-lo de uma maneira que a informação seja passada de forma simples e criativa aos leitores.

Pensando nisso, separamos 5 dicas para você criar um folheto de sucesso e evitar que ele vá direto para a lixeira, como tantos outros. Acompanhe!


1. Aposte em um título de impacto
 

O título será sua primeira, e talvez única chance de chamar a atenção do leitor. Sabendo disso, aposte em frases curtas e com efeito, adotando um subtítulo, se necessário, para complementar a ideia inicial. Use também fontes maiores e de impacto, com cores chamativas que acompanham a paleta dos outros elementos presentes no folheto.


2. Seja conciso no texto

O texto do seu folheto deve promover o que sua empresa faz, por isso, vá direto ao ponto e comunique seus serviços de forma clara, livres de erros gramaticais ou de digitação. Lembre-se também de deixar em evidência seus contatos, como telefone, e-mail e endereço, e a ação que você espera que o leitor tome após ler o folheto, como comparecer em algum local ou evento.


3. Use imagens

Um folheto apenas com textos escritos pode se tornar desinteressante em poucos segundos. Por isso, inclua sempre uma ilustração, foto ou imagem que represente aquilo que está divulgando. E lembre-se: a qualidade da imagem é muito importante para garantir o foco no momento da impressão. Na internet, existem uma série de bancos de imagens em alta qualidade que podem te auxiliar, caso você não tenha uma foto própria do seu produto ou serviço.


4. Ofereça descontos

Uma maneira muito eficaz de chamar a atenção do leitor é oferecer descontos ou comunicar promoções no folheto. As pessoas no geral adoram participar de promoções, ganhar brindes e cupons de desconto. Por isso, incentive seu consumidor a entrar em contato com você através desses gatilhos.


5. Cuidado com a aparência

Para o seu folheto ter sucesso, é preciso estar atento a algumas boas práticas relacionadas ao layout do material, como fontes, cores e alinhamento. Um layout simples, sem muita “poluição visual” tem resultados melhores pois facilita a leitura e o entendimento da mensagem.

Recomenda-se que um folheto tenha, no máximo, duas fontes, e que ambas estejam em tamanhos legíveis na hora da impressão. Além disso, verifique se as cores escolhidas conversam entre si e com a mensagem que você está querendo passar. Por exemplo, materiais da área da saúde tendem a adotar cores mais leves, como azul ou verde.

Aplicando as dicas acima, associadas à escolha de uma gráfica online de qualidade para a impressão, a confecção do seus folhetos será muito mais simples e com mais chances de levar clientes até o seu negócio! E se você está em busca da gráfica online certa para cuidar dos seus materiais gráficos, conheça nossos serviços e entre em contato!